TERÇA A DOMINGO
10H // 13H — 14H // 18H
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ENTRADA GERAL: 2€
Domingo e Feriados 10h-13h: entrada gratuita
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eventos

 

DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

 

Dia Internacional dos Museus

18 de Maio (sábado)
10-13h / 14-20h
Entrada gratuita

10h30
Visita-guiada à exposição “Júlio Pomar. Formas que se tornam outras”

18-20h
Happy Hour desconto de 50% em todas as publicações do Atelier-Museu Júlio Pomar


eventos passados

Conversa:
António Guerreiro / Emília Tavares / Joaquim Caetano / Fátima Lambert
Moderação: / Marta Rema
 

 

Conversa :
António Guerreiro
Emília Tavares
Joaquim Caetano
Fátima Lambert

Moderação:
Marta Rema

11 de Abril 2019 – 18h30

Quase a encerrar a exposição “Muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero”, realiza-se uma conversa entre ANTÓNIO GUERREIRO, EMÍLIA TAVARES, JOAQUIM CAETANO e MARIA DE FÁTIMA LAMBERT, que nos trazem outras perspetivas sobre o tema do silêncio e sobre as obras integrantes da mostra.

Através de diferentes propostas contemporâneas, este projeto curatorial procura refletir sobre a forma e o lugar do silêncio no mundo, tendo em conta que aparentemente este se tem tornado cada vez mais ruidoso. O título da exposição toma de empréstimo uma frase de Júlio Pomar, retirada de um capítulo do seu livro Da Cegueira dos Pintores, intitulado “Pisar o mesmo caminho”.

Debate:
Quem faz de quem? Polémicas em relação à interpretação de personagens com deficiência, negros ou de origem asiática, LGBT no teatro e no cinema
 

 

Debate:
Quem faz de quem?
Polémicas em relação à interpretação de personagens com deficiência, negros ou de origem asiática, LGBT no teatro e no cinema

09 de Abril 2019 – 18h30

Convidados:

Alice Azevedo, actriz e activista
David Antunes, Escola Superior de Teatro e Cinema
Lígia Soares, dramaturga (a confirmar)
Marco Paiva, Terra Amarela
Miguel Sermão, actor

Moderadora:
Rita Tomás, Comunicação Cultural

Stephen Hawking interpretado por um actor sem deficiência? Hamlet interpretado por um actor negro? Scarlett Johansson devia ter desistido de interpretar um homem trans?

Qualquer actor deve poder interpretar qualquer personagem? Actores brancos, sem deficiência, heterossexuais, deveriam evitar aceitar papéis de personagens com deficiência, negros ou LGBT? Actores não brancos, LGBT, com deficiência devem poder interpretar personagens brancos, heterossexuais, sem deficiência? Estas interrogações têm surgido com maior frequência noutros países e têm criado algumas polémicas. Em Portugal, devemos também interrogar-nos sobre a inclusão destes personagens em guiões para o cinema e a televisão ou em peças de teatro. E ainda, sobre as condições de acessibilidade às escolas de teatro e cinema.

Lançamento do Livro:
JÚLIO POMAR. O “Jogo da Cabra Sábia”
 

 

Lançamento do Livro:
JÚLIO POMAR. O “Jogo da Cabra Sábia”

27 de Março 2019 (17h - 19h)

O Lançamento contará com apresentações de Maria Alzira Seixo e Kelly B. Basílio

Debate:
O politicamente correcto: uma forma de incluir ou uma nova barreira?
 

 

Debate:
O politicamente correcto: uma forma de incluir ou uma nova barreira?

19 de Fevereiro 2019 (18h30)

Para algumas pessoas, o politicamente correcto é sinónimo de consciência, sensibilidade, respeito, boa educação. Para outras, é uma espécie de polícia da linguagem que, em vez de promover a inclusão e a tolerância, torna indivíduos tolerantes em suspeitos, cria um espaço fértil para a libertação de ódios e novas barreiras no relacionamento entre pessoas. O politicamente correcto é a favor ou contra a liberdade individual? Ou estaremos a perder o foco?

Convidados:
Américo Peças, Pedagogo e Formador;
André e. Teodósio, encenador, membro do Teatro Praga;
Cláudia Camacho, Gestora Cultural;
Maria José Vitorino, professora e bibliotecária.

Moderadora:
Maria Vlachou, Gestão e Comunicação Cultural.

Performance-concerto “Medusa” de Ricardo Jacinto
 

 

Performance-concerto:
“Medusa” de Ricardo Jacinto
no âmbito da exposição
“Muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero”,
com curadoria de Marta Rema

08 de Fevereiro 2019 (18h00)

Mapa Mundi 2018
Performance de Luísa Cunha
 

 

 

Individuals against Individualism:
Art Collectives in Western Europe (1956-1969)
 


Equipo Crónica, Concentración (la cantidad se transforma en calidad), 1966, acrílico sobre tela, 160 x 160 cm, colecção privada.
 

Seminário:
com Jacopo Galimberti (Manchester University)

13 Outubro 2018 (16h30)

Jacopo Galimberti propõe um olhar para a História da Arte a partir não da figura do artista genial mas da acção colectiva e da experiência urbana.

Sendo a primeira publicação a examinar em detalhe o fenómeno das práticas colectivas de arte na Europa Ocidental de finais da década de 1950 a finais da década de 1960, o livro de Galimberti elabora uma perspectiva comparada, devedora de uma história cultural da arte atenta a ideias políticas e aos conflitos geopolíticos que então se faziam sentir. Em parte por actuarem em centros menores da arte como Valência, Pádua, Corbova, Berlim Ocidental e Munique. grupos de artistas e activistas como Equipo 57, Equipo Cronica, Equipo Realidad, N, GRAV, Spur, Geflecht ou Kommune I têm sido frequentemente negligenciados nos meios anglo-saxónicos e no entanto os seus debates, trabalhos e redes intelectuais oferecem uma nova luz quer à produção artística da Guerra Fria quer ao recente interesse pelas práticas colaborativas e participativas que se tem vindo a fazer sentir no mundo da arte desde 2000. Individuals against Individualism conta as histórias destes artistas e activistas, sublinhando as suas tentativas de dar corpo e representar formas de igualitarismo capazes de se opor tanto ao autoritarismo do Bloco de Leste como ao ethos do mundo livre Ocidental. Discutindo estratégias como o uso político da autoria colectiva, a resistência à cooptação institucional e o ataque à ideologia da liberdade sob o pano de fundo da Guerra Fria, este livro consegue ainda assim ressoar fortemente no presente.

Organização:
Instituto de História Contemporânea, FCSH- UNL
Centro de Estudos de Teatro, UL

Apoio:
CML/DMC,
Fundação Calouste Gulbenkian – Programa Língua e Cultura Contemporânea

 

Open House 2018
 

22-23 Setembro 2018

 

68 GLOBAL:
cronologias, geografia e futuros de uma revolução
 

Curso de Verão do Instituto de História Contemporânea
da Universidade Nova de Lisboa

20-21 Setembro 2018

20 Setembro
10h | seminário
As temporalidades da revolução, com RICARDO NORONHA (IHC-NOVA/FCSH) e LUÍS TRINDADE (IHC-NOVA/FCSH)

12h30 | pausa para almoço

14h00 | Movimentos anti-coloniais em África entre internacionalismos e anti-imperialismo
com MARIA-BENEDITA BASTO (PARIS IV)

15h30| pausa

16h| 68 na Índia, do maoismo ao pós-colonialismo?
com SANJAY SETH (Goldsmiths College)

18h | Hayden White e o Fardo da Revolução,
/no lançamento da revista Práticas da História nº 6. com JOSÉ NEVES (IHC-NOVA/FCSH, Goldsmiths College)
 

21 Setembro
10h | mesa-redonda
Maio em Abril, com ANA SOFIA FERREIRA (IHC-NOVA/FCSH), GUYA ACCORNERO (IUL-ISCTE), PEDRO RAMOS PINTO (Universidade de Cambridge) e VICTOR PEREIRA (Universidade de Pau)

12h30 | pausa para almoço

14h00 | 1968-2018 – Da impossível revolução à revolução impossível?,
com ERIC ALLIEZ (PARIS VIII)

16h00 | pausa

16h30 | A universidade depois de 68, com JORGE RAMOS DO Ó (IE-UL)

 

Línguas de trabalho: Português e Inglês.
ENTRADA GRATUITA - INSCRIÇÃO NECESSÀRIA (lugares limitados): ihc@fcsh.unl.pt
Organização: Instituto de História Contemporânea (NOVA-FCSH)

 

Bairro das Artes 2018
 

 

 

20 Setembro 2018 (18h/22h)

9.ª Edição da rentrée cultural da 7ª colina de Lisboa Atendendo a que a zona entre o Rato e o Cais do Sodré tem a maior concentração de galerias e espaços de arte contemporânea em Lisboa com actividade regular e programática, esta iniciativa marca a rentrée cultural de Lisboa e é uma referência na arte contemporânea da cidade, ligando os diversos públicos e os vários agentes culturais.

O Bairro das Artes é gratuito e este ano agrega 39 espaços da Sétima Colina, num triângulo simbólico entre Museu Arpaz Szenes – Vieira da Silva, Atelier-Museu Júlio Pomar e Museu de Arte Contemporânea – Museu do Chiado.

 

Debate: Cinema e Revolução
 

5 Julho 2018 (17h)

Um debate com :
Luís Miguel Oliveira (programador da Cinemateca e crítico de cinema)
Carlos Natálio (crítico de cinema),
Moderado por:
Daniel Ribas (programador e professor de cinema).

Em complemento à exposição “O que pode a Arte? 50 Anos do Maio de 68”, com curadoria de Nuno Crespo e Hugo Dinis, este debate pretende abordar as profundas tensões provocadas pelas imagens em movimento no contexto revolucionário. Partindo do Maio de 68, e das imagens por ele produzidas - sobretudo aquelas atribuídas a Jean-Luc Godard e ao Grupo Dziga Vertov - o debate centrar-se-á nas formas como a revolução exigiu um empenhamento político-imagético específico e como esse processo se foi reformulando ao longo da História.

 

Noite da Literatura Europeia
 

Apresentação de "A Trança":
da escritora Laetitia Colombani

11 Junho 2018 (19h00)

Nessa 6ª edição da Noite da Literatura Europeia, o Institut Français du Portugal apresenta "A Trança", da escritora Laetitia Colombani. A leitura terá lugar no dia 9 de junho, a partir das 19h00, no Atelier-Museu Júlio Pomar com a presença da autora, da actriz Ana Sofia Paiva e da bailarina Mathilde Gilhet.

A TRANÇA Índia. Smita é uma Intocável. Ela sonha ver a filha escapar à sua condição miserável e entrar na escola. | Sicília. Giulia trabalha no atelier do seu pai. Quando ele sofre um acidente, ela descobre que a empresa familiar está falida. | Canadá. Sarah, advogada de renome, vai ser promovida quando descobre que tem uma doença grave.
Ligadas sem o saber pelo que têm de mais íntimo e singular, Smita, Giulia e Sarah recusam o destino que lhes está reservado e decidem lutar. Vibrantes de humanidade, as suas histórias tecem uma trança de esperança e de solidariedade.

 

Apresentação livro
"Júlio Pomar - O pintor no tempo", Irene Flunser Pimentel
 

Apresentação do Livro:
"Júlio Pomar - O pintor no tempo", Irene Flunser Pimentel

7 Junho 2018 (17h00)

Este livro, editado pelo Atelier-Museu e pela Sistema Solar, partiu de um convite dirigido à historiadora Irene Flunser Pimentel para procurar desvendar o modo como se exerciam os mecanismos de censura e repressão, conducentes a diversos “apagamentos históricos”, sobre os quais se desconhece, em concreto, o modo como aconteciam.

Vencedora da 20ª edição do Prémio Pessoa - 2007, Irene Flunser Pimentel detém um vasto currículo sobre o período e instituições do Estado Novo, garantindo o acesso aos arquivos da Torre do Tombo, onde se encontram os dossiers e as “fichas da PIDE”.

Pela extensão e profundidade da sua investigação, o Atelier-Museu convidou Irene a publicar o seu estudo, que teve como ponto de partida a figura de Júlio Pomar.

 

Dia Internacional dos Museus 2018
 

18 Maio 2018

 

Uma conversa: Cabrita Reis e Vanessa Rato
 

Conversa:
Cabrita Reis
Vanessa Rato

22 de Setembro 2017 (19h00)

Conversa entre Cabrita Reis e Vanessa Rato no âmbito da exposição “Júlio Pomar e Cabrita Reis: Das pequenas coisas”, patente no Atelier-Museu Júlio Pomar de 2 de Junho a 8 de Outubro de 2017.

 

Open House Lisboa

Evento:
Open House 2017

23-24 setembro 2017

Em 2017, regressamos na rentrée cultural com um novo roteiro para ficar a conhecer por dentro e de perto a melhor arquitectura da cidade. Anualmente, cada edição propõe uma nova e cuidadosa selecção de edifícios que dá a conhecer espaços emblemáticos da capital, as suas histórias e autores. A 6ª edição do Open House Lisboa acontece no Sábado 23 e Domingo 24 de Setembro de 2017. Neste fim-de-semana, estão todos convidados a percorrer edifícios icónicos da cidade bem como projectos recentemente concluídos.

 

 

8.ª Edição Bairro das Artes

Evento de arte contemporânea:
 8.ª Edição Bairro das Artes
21 de Setembro, das 19h às 23h


O Bairro das Artes é uma organização da “Isto não é um Cachimbo. Associação”, sendo um evento de frequência anual, criado em 2010, que visa promover a Arte Contemporânea na Sétima Colina de Lisboa. Conta com a parceria institucional da Câmara Municipal de Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, Junta de Freguesia da Misericórdia e Junta de Freguesia de Santo António. Tem como parceiros de media Antena 1 e Antena 2, RTP 2, Turismo de Lisboa, Agenda Cultural de Lisboa, e com o apoio da Bacalhôa Vinhos de Portugal, Aliança Vinhos de Portugal.

 

 

Aldina Duarte no Atelier-Museu Júlio Pomar


Concerto:
Aldina Duarte no Atelier-Museu Júlio Pomar
17 de Junho 2017 (22h)

Concerto de Aldina Duarte no âmbito da exposição “Júlio Pomar e Cabrita Reis: Das pequenas coisas”, patente do Atelier-Museu Júlio Pomar de 2 de Junho a 8 de outubro de 2017.

 

 

A Arquitectura dos Artistas


Ciclo de Conversas:
A Arquitectura dos Artistas
18, 25 de Setembro 1 e 9 de Outubro

Exposição:
15 de Setembro a 16 de Outubro

Comissário:
José Neves

Calendário das Conversas:
18/09 (17h-20h)
António Bolota, Ricardo Jacinto, Vera Mantero e Manuel Graça Dias
25/09 (17h-20h)
Eduardo Batarda, Fernanda Fragateiro, Francisco Tropa e Camilo Rebelo
01/10 (17h-20h)
José Pedro Croft, Leonor Antunes, Rui Chafes e Pedro Maurício Borges
09/10 (17h-20h)
João Queiroz, Paulo Nozolino, Pedro Costa e Manuel Aires Mateus

 

O Atelier-Museu Júlio Pomar, instalado num edifício desenhado pelo arquitecto Álvaro Siza Vieira, apresenta, de 15 de Setembro a 16 de Outubro de 2016, a segunda edição de conferências dedicadas à Arquitectura.

O programa desta segunda edição, intitulado “A Arquitectura dos Artistas” e comissariado pelo arquitecto José Neves, será composto por uma exposição e quatro conversas que contarão com a participação de doze artistas e quatro arquitectos, nomeadamente: António Bolota, Eduardo Batarda, Fernanda Fragateiro, Francisco Tropa, João Queiroz, José Pedro Croft, Leonor Antunes, Paulo Nozolino, Pedro Costa, Ricardo Jacinto, Rui Chafes, Vera Mantero, Camilo Rebelo, Manuel Aires Mateus, Manuel Graça Dias e Pedro Maurício Borges.

Propondo-se como objectivo principal do programa, a reflexão sobre as relações entre o pensamento, o trabalho artístico e a Arquitectura, cada um dos artistas participantes foi convidado a escolher uma obra arquitectónica relevante para o seu próprio trabalho, e a trazer para o espaço do museu, uma peça, da sua autoria ou não, relacionada com a obra escolhida.  

A exposição colectiva, que inaugura a 15 de Setembro, às 18h, no AMJP, constituída pelo conjunto das peças trazidas pelos artistas, estará patente durante as quatro semanas (até 16 de Outubro de 2016) em que o programa decorrerá, acompanhando as várias conversas.

 

Nascido em Lisboa em 1963, José Neves é licenciado em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, tendo aberto o seu próprio atelier em 1991. Actualmente é professor convidado do Departamento de Arquitectura e Urbanismo do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa. Entre os prémios e distinções recebidas ao longo da sua carreira, contam-se o Prémio Associação Internacional de Críticos de Arte/Secretaria de Estado da Cultura/Millennium BCP 2014 de Arquitectura - na sua base esteve o projecto de reabertura do Cinema Ideal- ; a Menção Honrosa do Prémio Vasco Vilalva 2015, da Fundação Calouste Gulbenkian — também pelo projecto do Cinema Ideal —; o Prémio Secil de Arquitectura 2012; o Prémio Valmor 2011, em ex-aequo, e o 1.º Prémio de Arquitectura da Câmara Municipal de Torres Vedras 1996-2001.

 

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Curso Teórico: MANIFESTOS FUTURISMO / CONSTRUTIVISMO / DADAÍSMO / SURREALISMO / MINIMALISMO / ARTE POVERA


Curso Teórico
MANIFESTOS
FUTURISMO | CONSTRUTIVISMO | DADAÍSMO
SURREALISMO | MINIMALISMO | ARTE POVERA

A bofetada e o soco¹: o manifesto como discurso artístico

A bofetada e o soco não é uma gafe dos tempos recentes mas uma inspiração poética que inflamou as vanguardas artísticas que fizeram do tumulto, uma forma idónea e do manifesto, estética!

Formadora:
Joana Batel

Destinatários:
>16

Duração:
1h30/sessão

Participação:
2€/sessão

Info/marcações:
info@ateliermuseujuliopomar.pt

Sinopse:
A afirmação de um formalismo e de um estilo não condiz com o passo brando e pensativo do génio ou o hedonismo da singularidade. Os tempos difíceis exigem união e punho forte. A urgência de uma tomada de posição formal faz do manifesto não uma declaração de princípios, mas um modo de fazer arte. Os ânimos estão ao rubro e a picardia sobre o que deve ser arte enreda o manifesto artístico de intertextos e imagens.

Metodologia:
Partindo da leitura comentada dos manifestos das vanguardas históricas e outros textos clássicos de ruptura iremos traçar, cronologicamente, a história das mudanças estilísticas e analisar as novas formas de construção imagética para localizar o vocabulário, a gramática e semântica da arte moderna e contemporânea. O curso desenvolve-se em seis sessões, cada uma dedicada a um manifesto artístico ou texto programático. Os textos serão facultados aos participantes com antecedência e em português. A leitura e análise do texto serão ilustradas por imagens projectadas.

¹ Do Manifesto Futurista de F.T.Marinetti

Futurismo
F.T. Marinetti | Manifeste du Futurisme (1909)

Construtivismo
Kasimir Malevitch | Suprematist Manifesto (1916)

Dadaísmo
Hugo Ball | Dada Manifesto (1916)
Tristan Tzara | Dada Manifesto (1918)

Surrealismo
André Breton | Le Manifeste du Surréalisme (1924)

Minimalismo
Michael Fried | Art and Objecthood (1967)

Arte Povera
Germano Celant | Arte Povera, Appunti per una guerriglia (1967)

Material:
Os textos serão enviados aos participantes, com antecedência, por correio electrónico.

 

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Celebração do 90º aniversário de Júlio Pomar (10.01.2016)

Para celebrar o nonagésimo aniversário de Júlio Pomar, a Escola Artística António Arroio veio ao Atelier-Museu no dia 15 de Janeiro, apresentar o trabalho desenvolvido pelos alunos a partir da exposição “Júlio Pomar e Rui Chafes: Desenhar”.

Baseando-se no desenho dos dois autores, fosse na sua expressão bidimensional ou tridimensional, e explorando a articulação com e entre os corpos patente na obra dos dois artistas, os alunos recriaram adereços para os seus próprios corpos, particularmente para a zona do pescoço, colocando-os sobre si mesmos no momento de apresentação.

Além das referências colhidas na exposição, para a concepção da sua peça, cada aluno escolheu um conceito para explorar, com o qual se deveria identificar, explicando sumariamente ao pintor como materializou a sua ideia. Fazendo uso de materiais diversos, desde metais a tecidos, papeis e plásticos moldados, os adereços utilizados por cada aluno, foram inteiramente construídos pelos mesmos, com orientação dos seus professores, e apresentados ao pintor, como um tableau vivant.

O trabalho foi realizado, durante 3 meses, em cooperação com o Serviço Educativo do Atelier-Museu, tendo envolvido com um conjunto de visitas-guiadas à exposição e vários momentos de desenho em frente às obras de Júlio Pomar e de Rui Chafes.

(fotos: Teresa Santos © 2016)

 

As Estátuas Também Morrem

PROGRAMA DE DOCUMENTÁRIO
ENTRADA LIVRE

O Atelier-Museu Júlio Pomar, em parceria com a Apordoc - Associação pelo Documentário, apresenta um programa de filmes dedicados à arte e aos seus processos criativos. Na primeira sessão, Guernica Les Statues Meurent Aussi encontram o lugar e o papel da arte nas tramas e traumas da história, com a presença de João Queiroz. Na semana seguinte, em Ydessa, Les Ours et etc... Agnés Varda leva-nos à descoberta da colecção da artista Ydessa Hendeles, numa sessão com Inês Gil e Sara Orsi. No terceiro encontro acompanhamos a máquina do museu através do trabalho em La Ville Louvre, seguido de uma conversa com Anísio Franco. O programa fecha com um documento sobre a vida no Portugal pós-revolucionário do anos 80, em Le Fado, comentado por José Emílio Calvário e Pedro Félix. Todos os filmes estão legendados em português.

GUERNICA 
De Alain Resnais e Robert Hessens  
LES STATUES MEURENT AUSSI
De Alain Resnais e Chris Marker
CONVERSA COM: JOÃO QUEIROZ
2 JUL: 19H

YDESSA, LES OURS ET ETC...
De Agnès Varda
CONVERSA COM: INÊS GIL E SARA ORSI
9 JUL: 19H
Sessão adiada para dia 30 de Julho.

LA VILLE LOUVRE 
De Nicholas Philibert
CONVERSA COM: ANÍSIO FRANCO
16 JUL: 19H

LE FADO
De Jean-Paul Mudry
CONVERSA COM: JOSÉ EMÍLIO CALVÁRIO E PEDRO FÉLIX
23 JUL: 19H


 

Dia Internacional dos Museus 2015

Dia Internacional dos Museus

Por ocasião do Dia Internacional dos Museus, o Atelier-Museu preparou o seguinte programa:


16 de Maio | Sábado | 15h
Oficina de Cinema de Animação | Rui Horta Pereira
Inscrições através do e-mail amjp.educativo@gmail.com.

17 de Maio | Domingo| 16h
Mostra de Filmes de Animação | Isabel Aboim Inglez

18 de Maio | 2ª feira | 16h
Visita Guiada Performativa | Ana Teresa Magalhães/Mariana Ramos

 

"Só o teatro é real"

Filme "Só o teatro é real", de Tiago Pereira

Apresentação por Alexandre Pomar | Sábado / 14.03.2015 / 17h
Exibição do filme em 3 sessões | Domingo / 15.3.2015 / 11h / 14h / 16h

 

 

Finissage  da exposição
Júlio Pomar – Obras da Colecção Millennium bcp


Dia 21 de Janeiro de 2015, às 18h00, na Galeria Millenium


Visita guiada à exposição e lançamento, com a presença de Júlio Pomar, do Caderno do Atelier “O Artista fala…” - uma publicação do Atelier-Museu Júlio Pomar e da Sistema Solar/Documenta, realizado com o apoio do Millennium bcp.

“O artista fala… é o nome da entrevista de fundo que o Atelier-Museu fez ao pintor Júlio Pomar, no decorrer dos dois últimos anos, desde a abertura do museu monográfico dedicado à sua obra em Abril de 2013. Esta longa conversa estendeu-se a lugares e tempos diversificados, almoços, cafés, visitas ao museu, e pretende trazer a público a fala própria do artista, a sua voz.”

Galeria Millennium — Rua Augusta, nº96, Lisboa

 




Montagem da Exposição Edição e Utopia - Obra Gráfica de Júlio Pomar

Visita ao Atelier-Museu durante a montagem da exposição

No dia 20 de Outubro, segunda-feira, às 16h, o Atelier-Museu abre as suas portas durante a montagem da exposição "Edição e Utopia - Obra Gráfica de Júlio Pomar", permitindo ao público observar 'in loco' e tomar contacto com os processos envolvidos na preparação de uma exposição.

Acompanhamento da visita:
Sara Antónia Matos (directora do AMJP e curadora da exposição)
Pedro Faro (apoio à curadoria e produção)

20 de Outubro de 2014 (segunda-feira), às 16h.
Entrada Livre



Old School

Projecção de vídeo
António Bolota "Vazadouro"

Sessões
22h, 22h30 e 23h

11 de Outubro de 2014 (sábado)

 

 

"Old School" é o nome de uma série de eventos únicos em que se apresenta o trabalho de artistas plásticos nacionais e estrangeiros no Espaço do Teatro Praga. Esta série de eventos é organizada pela curadora Susana Pomba.

 

Manucure - Projeto Orpheu 100

Texto:
Manucure

Por:
Mário de Sá Carneiro

Interpretação:
João Grosso

Horário:
18h00 – 18h45

4 de Outubro de 2014 (sábado)

Uma revisitação do texto provocatório Manucure de Mário de Sá-Carneiro com um fôlego futurista.

Manucure parte da situação dramática que o emblemático poema propõe. Uma personagem encontra-se no café, comovendo-se com a sua própria sensação de ternura, e progressivamente instala-se o caos e a loucura: a tensão entre o interior e o exterior, a modulação vocal inspirada no ondear aéreo e nas cacofonias dos transportes e da indústria, a sensualidade da ausência de suporte, o cadenciado da máquina que se transforma em Rap, uma chávena de café que se transforma em ser desfeito...

No âmbito do projecto Orpheu 100:
Organização: Atelier-Museu Júlio Pomar, em parceria com o Teatro Nacional D. Maria II.

 

40 Anos do 25 de Abril no Atelier-Museu Júlio Pomar

Em Maio de 1974, a Sociedade Nacional de Belas Artes organiza uma série de reuniões no âmbito das quais nasce o Movimento Democrático de Artistas Plásticos. No dia 10 de Junho de 1974, o Movimento Democrático dos Artistas Plásticos, em colaboração com o MFA, decide realizar uma enorme pintura colectiva, na Galeria de Arte Moderna de Belém,  num esforço criativo de cariz comunitário que juntou 48 nomes da cena artística portuguesa dos anos 1970. Júlio Pomar aparece ao lado de artistas como Noronha da Costa, Fernando de Azevedo, Joaquim Rodrigo, Lourdes Castro, João Vieira, Costa Pinheiro, Eduardo Batarda, António Palolo, entre outros. 

O filme que se exibe, em loop, ao longo de todo o dia, 25 de Abril, no Atelier-Museu Júlio Pomar, por ocasião das comemorações dos 40 anos do 25 de Abril - "Pintura Colectiva - Movimento Democrático dos Artistas Plásticos", Instituto de Tecnologia Educativa, 1975, com a duração de 14 minutos, depositado na Cinemateca - Departamento ANIM (Arquivo Nacional das Imagens em Movimento) -, documenta esse preciso momento criativo, imbuído de um imenso espírito revolucionário.

 

Excerto retirado de "Elementos Biográficos", do segundo volume do Catálogo Raisonné de Júlio Pomar:

1974

A revolução do 25 de Abril surpreende-o em Portugal, onde permanece até ao mês de Junho. Participa em intervenções públicas de artistas, nomeadamente numa ocultação da estátua de Salazar existente no Palácio Foz, sede principal da política cultural do regime anterior, e na festa do 10 de Junho, durante a qual quarenta e oito artistas realizam uma pintura colectiva para celebrar a conquista da liberdade. Nessa ocasião, perante a interrupção súbita da transmissão televisiva de um espectáculo teatral, que vinha revelar as contradições da situação política portuguesa, inscreve a frase A censura existe sobre a sua parte do painel. A pintura será mais tarde destruída num incêndio.

 

Texto de Júlio Pomar, de 1974

Em 1974, Júlio Pomar escreve para o Expresso, na rúbrica "Mudam-se os tempos... Artistas e Escritores falam ao Expresso", no dia 13 de Julho, p. 22: 

"A PRÁTICA, ou uso, da arte é uma forma de conhecimento em acção. O conhecimento em acção requere, e é, liberdade. A liberdade é o objectivo da prática revolucionária.

Dizer que a arte está (ou deve estar) ao serviço da revolução ou a revolução ao serviço da arte, etc., é introduzir a fedorenta dialéctica do senhor e do servo onde ela não cabe, isto é, na liberdade. É utilizar as armas do inimigo da mesma maneira que ele as utiliza, isto é, mal. Tanto que as perdeu. (quem dera!).

Toda a forma de conhecimento ou prática revolucionária se estiola e nega se não dá conta do que difere o projecto da realização, a ideia do facto. Dar conta do que, não previsto, acontece, é marca da arte e da prática revolucionária.

Quanto a revolução serve oportuniza-se. A revolução que se subordina chamam reformismo. A arte que aceita a subordinação serve o obscurantismo, a censura, a repressão. Identificar o obscurantismo, a censura, a repressão, exclusivamente com o regime deposto, ou com uma autoridade outra é votar em cheio na sua continuação.

Todos os acontecimentos deixam marca. O Maio de 68 em Paris ou o Abril de 74 em Lisboa, um encontro magnífico, o quotidiano, tudo o que atinge a força da revelação actua sobre a nossa capacidade de sermos diferentes. Tudo se passa, não numa relação automatizada de causa a efeito, mas na margem onde a diferença irrompe. Prática revolucionária consequente está acopulada ao conhecimento do novo tal como a arte o está."

10 de Janeiro de 2014

Para celebrar os 88 anos de Júlio Pomar, a Escola Artística António Arroio veio ao Atelier-Museu, apresentar o trabalho desenvolvido pelos alunos do curso de "Realização Plástica do Espectáculo" (do 11º ano) a partir das obras expostas na exposição “Em torno do Acervo”, particularmente a série “Os Mascarados de Pirenópolis”. Nesta série, o pintor alude às festas do Divino Espírito Santo, celebradas na cidade de Pirenópolis, no Brasil. Durante as celebrações, o mascarado típico veste-se com roupas feitas daquilo que encontra, muitas vezes de cor intensa e adornadas com flores de papel. Usa ainda uma máscara alusiva ao boi, à onça ou ao diabo, através das quais remete para rituais e sacrifícios de morte. Estas figuras foram recriadas pelos alunos da Escola Artística António Arroio, com orientação dos seus professores, nas disciplinas de Projecto e Tecnologias, Gestão das Artes, Educação Física, Vídeo/audiovisuais, e apresentadas ao pintor, como um tableau vivant, no dia do seu aniversário.

O trabalho foi realizado em cooperação com o Serviço Educativo do Atelier-Museu, tendo envolvido com um conjunto de visitas-guiadas à exposição, uma conferência em que o museu se deslocou à escola, oficinas plásticas, e a produção de materiais imagéticos e documentais que resultaram na concretização de um DVD (oferecido ao pintor) e um documentário em vídeo, reportando à ocasião.

(fotos: Teresa Santos © 2014)