TERÇA A DOMINGO
10H // 13H — 14H // 18H
ENCERRA SEGUNDA
ENTRADA GERAL: 2€
Domingo e Feriados 10h-13h: entrada gratuita para Residentes de Lisboa
SUBSCREVER NEWSLETTER
Todos os direitos reservados
© AMJP . 2016  /  ficha técnica
2019

Muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero

Artistas:
Ana Pérez-Quiroga / Ana Pissarra / Cecília Costa / Fernando Calhau / Helena Almeida / João Maria Gusmão e Pedro Paiva / João Pedro Vale & Nuno Alexandre Ferreira / Jorge Molder / Josefa d’Óbidos / Júlio Pomar / Luisa Cunha / Paulo Lisboa / Pedro Vaz / Raul Domingues / Ricardo Jacinto / Rui Chafes / Sara & André / Sandro Resende

Curadoria:
Marta Rema

31.01.2019 - 21.04.2019

O Atelier-Museu Júlio Pomar inaugura, no dia 31 de janeiro, às 18:00, a exposição coletiva “muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero” — proposta curatorial de Marta Rema, que venceu a terceira edição do Prémio de Curadoria Atelier Museu Júlio Pomar / EGEAC 2018-19.

Muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero reúne trabalhos que abordam o desejo de pensar o silêncio nas suas múltiplas dimensões — corporal, artística, visual, temporal, política, real e imaginária. O projeto, resultado do prémio de curadoria atribuído por esta instituição, tendo tido como júri João Fernandes, Luiza Teixeira de Freitas e Sara Antónia Matos, conta com a presença dos seguintes artistas: Ana Pérez-Quiroga, Ana Pissarra, Cecília Costa, Fernando Calhau, Helena Almeida, João Pedro Vale & Nuno Alexandre Ferreira, João Maria de Gusmão e Pedro Paiva, Jorge Molder, Josefa d'Óbidos, Luisa Cunha, Paulo Lisboa, Pedro Vaz, Raul Domingues, Ricardo Jacinto, Rui Chafes, Sandro Resende, Sara & André e do próprio Júlio Pomar, de quem são mostrados os desenhos da prisão realizados no Forte de Caxias, onde o artista esteve detido de 27 de abril a 26 de agosto de 1947.

2018

O Material Não Aguenta: Júlio Pomar e Luisa Cunha

Curadoria:
Sara Antónia Matos

18.10.2018 – 13.01.2019

A exposição O Material Não Aguenta: Júlio Pomar e Luisa Cunha, com curadoria de Sara Antónia Matos, dá seguimento a um programa de exposições do Atelier-Museu que, todos os anos, procura cruzar a obra de Júlio Pomar com a de outros artistas, de modo a estabelecer novas relações entre a obra do pintor e a contemporaneidade.  Deste modo, esta exposição é pensada, desde a sua génese, como uma intervenção específica no espaço do Atelier-Museu.

A preparação da exposição O Material Não Aguenta, com obras de Júlio Pomar e Luisa Cunha, foi iniciada com o pintor ainda em vida. Ambos detentores de sentido crítico, Júlio Pomar reconheceu na obra de Luisa Cunha uma qualidade irónica e até mordaz em relação à realidade, que, segundo o pintor, prometia uma aproximação inesperada entre a obra de ambos.


O QUE PODE A ARTE? 50 Anos do Maio de 68

Artistas:
Ana Vidigal / Carla Filipe / João Louro / Jorge Queiroz / Júlio Pomar / Ramiro Guerreiro / Tomás da Cunha Ferreira

Curadoria:
Nuno Crespo / Hugo Dinis

15.05.2017 - 29.09.2018

A exposição “O que pode a arte? 50 anos do Maio de 68”, com curadoria de Nuno Crespo e Hugo Dinis, com obras de Júlio Pomar, Ana Vidigal, Carla Filipe, João Louro, Jorge Queiroz, Ramiro Guerreiro e Tomás da Cunha Ferreira, recorda e comemora o 50º aniversário do movimento estudantil francês. Esta dinâmica revolucionária alastrou-se a vários sectores da sociedade, revelando-se um momento fundamental para a definição da vida contemporânea, não tanto em termos das alterações legislativas e políticas produzidas no imediato, mas sobretudo pelo modo como se foi questionando uma velha ordem social hierárquica estabelecida, classicista e autoritária. O Maio de 68 tornou-se no símbolo de uma nova ordem social, que não dizia respeito só às relações académicas, mas a todas as instituições sociais, políticas, económicas e culturais.

A expressão artística deste movimento estudantil é um dos seus aspectos mais produtivos, tanto no cinema, como na literatura e nas artes visuais. Júlio Pomar, a viver em Paris nessa altura, e desde 1963, não ficou indiferente e, contaminado pelo espírito de 1968, fez um grupo importante de pinturas onde retoma uma certa ideia da articulação arte-política que lhe era tão próxima nos anos de 1940.


Incisão no Tempo: Obras do Acervo do Atelier-Museu Júlio Pomar no Museu do Côa

Curadoria:
Sara Antónia Matos / Pedro Faro

17.03.2018 - 15.08.2018

A exposição Incisão no Tempo desenvolveu-se a partir de um convite feito pelo Museu do Côa ao Atelier-Museu, para apresentar a obra de Júlio Pomar naquele museu. O convite para expor a obra do pintor no Museu do Côa prendeu-se com o facto da obra de Júlio Pomar, sobretudo a gravura, poder ser considerada «a contemporaneidade» das gravuras do Vale do Côa.

A partir do convite, o Atelier-Museu foi visitar o equipamento museológico, da autoria dos arquitectos Pedro Tiago Pimentel e Camilo Rebelo.

Além de aspectos relacionados com a cultura rupestre e a sua interpretação, este museu integra em exposição permanente obras dos artistas Ângelo de Sousa e Alberto Carneiro assim estabelecendo uma aproximação propícia entre a arte rupestre e a arte contemporânea. A intervenção de Ângelo de Sousa no museu consiste na instalação de vários espelhos que amplificam a experiência dos ângulos do edifício e reflectem a imagem do observador que se torna observado. Alberto Carneiro concebeu uma Árvore Mandala para os Gravadores do Côa, disposta na sala O tempo da Arte, que relaciona a Arte com a Vida, a Natureza com a Cultura. A visita ao lugar, de uma beleza rara, permitiu ainda uma descida ao Vale do Côa, onde a equipa do Atelier-Museu teve a oportunidade de observar as gravuras rupestres in loco. Conhecendo a equipa curatorial do Atelier-Museu, a colecção de obras de Júlio Pomar de memória, a exposição foi concebida de imediato. 


CHAMA: Júlio Pomar, Rita Ferreira e Sara Bichão

Artistas:
Júlio Pomar / Rita Ferreira / Sara Bichão

Curadoria:
Sara Antónia Matos

15.2.2018 - 29.4.2018

A exposição CHAMA com curadoria de Sara Antónia Matos, com obras de Júlio Pomar, Rita Ferreira e Sara Bichão, no Atelier-Museu Júlio Pomar, dá seguimento ao programa de exposições do Atelier-Museu que procura cruzar a obra de Júlio Pomar com a de outros artistas, de modo a estabelecer novas relações entre a obra do pintor e a contemporaneidade. 

2017

TAWAPAYERA

Artistas:
Júlio Pomar / Dealmeida Esilva / Igor Jesus / Tiago Alexandre

Curadoria:
Alexandre Melo

28.10.2017 - 04.02.2018

A exposição TAWAPAYERA, com curadoria de Alexandre Melo, com obras de Júlio Pomar, Delameida Esilva, Igor Jesus e Tiago Alexandre, está integrada na programação da Passado e Presente – Lisboa, Capital Ibero-Americana de Cultura 2017, no Atelier-Museu Júlio Pomar, e dá seguimento ao programa de exposições do Atelier-Museu que procura cruzar a obra de Júlio Pomar com a de outros artistas, de modo a estabelecer novas relações entre a obra do pintor e a contemporaneidade.  


Júlio Pomar e Pedro Cabrita Reis: Das pequenas coisas

Artistas:
Júlio Pomar / Pedro Cabrita Reis

Curadoria:
Sara Antónia Matos

02.06.2017 - 08.10.2017

A exposição Júlio Pomar e Pedro Cabrita Reis: Das pequenas coisas, com curadoria de Sara Antónia Matos, dá seguimento ao programa de exposições do Atelier-Museu que, todos os anos, procura cruzar a obra de Júlio Pomar com a de outros artistas, de modo a estabelecer novas relações entre a obra do pintor e a contemporaneidade.  


Estranhos dias recentes de um tempo menos feliz

Curadoria:
Hugo Dinis

30.3.2017 - 21.05.2017

O Atelier-Museu Júlio Pomar inaugura, no dia 30 de Março, às 18h, a proposta curatorial que venceu a segunda edição do Prémio Atelier-Museu Júlio Pomar/ EGEAC 2016, “Estranhos dias recentes de um tempo menos feliz", com curadoria de Hugo Dinis, no âmbito da qual será mostrada a obra “O Almoço do Trolha”, de Júlio Pomar, entre outras obras dos artistas André Romão, Carlos Bunga, Igor Jesus, Joana Bastos, João Leonardo, João Pedro Vale & Nuno Alexandre Ferreira, Pedro Barateiro e Rodrigo Oliveira.

Bem recentes foram os tempos em que a ideia de crise e de austeridade passou a ser amplamente difundida pela política e pelos meios de comunicação social sobre a situação sócio-económica da República Portuguesa no seio da União Europeia. Dados actuais apontam para o aumento da pobreza enquanto a perda do poder de compra - motor da economia, tal como a sociedade está edificada - da classe média não se configura significativa. Deve-se ainda acrescentar, que também as elites económicas não parecem carecer do mesmo problema de falta de consumo.

2016

VOID: Júlio Pomar e Julião Sarmento

Artistas:
Júlio Pomar / Julião Sarmento

Curadoria:
Sara Antónia Matos

27.10.2016 - 12.03.2017

A exposição VOID: Júlio Pomar e Julião Sarmento deu seguimento a um programa de exposições do Atelier-Museu que, todos os anos, procura cruzar a obra de Júlio Pomar com a de outros artistas, de modo a estabelecer novas relações entre a obra do pintor e a contemporaneidade.  

Deste modo, esta exposição foi pensada, desde a sua génese, como uma intervenção específica no espaço do Atelier-Museu, onde Júlio Pomar e Julião Sarmento, através de pinturas e desenhos, exploraram o conceito de “Void”, tendo sido o artista convidado a desenhar a imagem gráfica da exposição.


A Arquitectura dos Artistas

Comissário:
José Neves

15.09.2016 - 16.10.2016

O Atelier-Museu Júlio Pomar, instalado num edifício desenhado pelo arquitecto Álvaro Siza Vieira, apresenta, de 15 de Setembro a 16 de Outubro de 2016, a segunda edição de conferências dedicadas à Arquitectura.

O programa desta segunda edição, intitulado “A Arquitectura dos Artistas” e comissariado pelo arquitecto José Neves, será composto por uma exposição e quatro conversas que contarão com a participação de doze artistas e quatro arquitectos, nomeadamente: António BolotaEduardo BatardaFernanda FragateiroFrancisco TropaJoão QueirozJosé Pedro CroftLeonor AntunesPaulo NozolinoPedro CostaRicardo JacintoRui ChafesVera ManteroCamilo RebeloManuel Aires MateusManuel Graça Dias e Pedro Maurício Borges.


Decorativo, apenas? Júlio Pomar e a integração das Artes

Curadoria:
Catarina Rosendo

5.5.2016 - 04.09.2016

“Decorativo, apenas?” Júlio Pomar e a Integração das Artes foi uma exposição comissariada por Catarina Rosendo que apresentou uma faceta até então por trabalhar na obra do artista relacionada com as artes decorativas, as colaborações com a indústria e em projectos de arquitectura, tendo por mote a intenção de explorar a dimensão utilitária da arte disseminando-a pelo quotidiano das pessoas. Para além de incluir uma selecção das tapeçarias, gravuras e azulejos mais conhecidos de Júlio Pomar, a exposição deu um particular destaque ao período compreendido entre meados da década de 1940 e a segunda metade dos anos 1950, altura em que o artista desenvolveu diversas experiências em cerâmica e vidro na fábrica Cerâmica Bombarrelense Limitada, no Estúdio Secla (Caldas da Rainha) e na Fábrica Irmãos Stephens (Marinha Grande), de que resultaram objectos únicos de grande qualidade plástica e vocacionados para o uso doméstico como pratos, travessas e jarras que nunca ou muito pontualmente foram mostrados em público.


O Mundo Habitado: Obras do acervo Atelier-Museu Júlio Pomar

Local:
Museu do Vinho Bairrada, Anadia

Curadoria:
Sara Antónia Matos / Pedro Faro

23.01.2016 - 30.04.2016

A exposição O Mundo Habitado – Obras do acervo Atelier-Museu Júlio Pomar desenvolveu-se a partir de um convite feito pela Câmara Municipal da Anadia ao Atelier-Museu,para apresentar no Museu do Vinho Bairrada a obra de Júlio Pomar.

Tendo em conta o universo deste equipamento museológico, dedicado à história e à actividade vinícolas da região, é necessário esclarecer que, no contexto da exposição, não se procurou associar o conjunto de obras escolhidas directamente à temática do Baco. Está em causa reconhecer que a obra deste pintor, nos seus diversos cambiantes, estilos e figurações, celebra a existência, os prazeres da vida, um mundo habitado: umas vezes por humanos, outras vezes por animais, outras ainda por criaturas estranhas, ou mesmo por todas em simultâneo.


já reparaste como um ponto de interrogação parece uma orelha e como a interrogação se faz escuta?
Um museu-atelier no Atelier-Museu Júlio Pomar

Curadoria:
Maria do Mar Fazenda

04.03.2016 – 10.04.2016

Atelier-Museu Júlio Pomar inaugura, no dia 3 de Março, às 18h, a proposta curatorial que venceu a primeira edição do Prémio Atelier-Museu Júlio Pomar/ EGEAC 2015, « – já reparaste como o ponto de interrogação parece uma orelha, e como a interrogação se faz escuta? », com curadoria de Maria do Mar Fazenda.

O título da exposição toma de empréstimo uma pergunta que Júlio Pomar colocou a Helena Vaz da Silva, numa conversa realizada entre os dois, em 1979. Para Maria do Mar Fazenda, apesar da forma interrogativa, o título, mais do que uma resposta, procura um interlocutor.

2015

A Felicidade em Júlio Pomar: Obras das colecções Millennium bcp e Atelier-Museu Júlio Pomar

Local:
Galeria da Biblioteca Municipal do Porto

Curadoria:
Sara Antónia Matos

8.10.2015 - 21.02.2016

A convicção de que muitas pessoas infelizes poderiam tornar-se felizes graças a um esforço bem dirigido, levou o filósofo e matemático britânico Bertrand Russell (1872-1970), também historiador, crítico social e activista político, a escrever o livro “A conquista da Felicidade”. O tema é, como se sabe, caro a Paulo Cunha e Silva, Vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto, que, além de promotor da presente exposição, na Galeria da Biblioteca Municipal do Porto, propôs o seu título: “A Felicidade em Júlio Pomar”.  A mostra surge de um desafio que o Vereador fez à Fundação Millennium bcp e ao Atelier-Museu (com a função de curadoria) para levar ao Porto a exposição deste pintor, realizada no ano anterior em Lisboa, na Galeria Millennium bcp, enquadrando-a agora num programa mais lato, por si definido, para a cidade do Porto, sob a égide do tema “Felicidade”. 


Júlio Pomar e Rui Chafes: Desenhar

Artistas:
Júlio Pomar / Rui Chafes

Curadoria:
Sara Antónia Matos

8.10.2015 - 21.02.2016

A exposição “Júlio Pomar e Rui Chafes: Desenhar” investe sobre uma particular ideia de ‘desenho’ ao cruzar os trabalhos de Júlio Pomar e de Rui Chafes.
Nela, mostrar-se-ão desenhos de Júlio Pomar e duas obras em ferro/instalações de Rui Chafes. Deste último artista, será produzida uma obra especificamente para esta exposição, e outra será mostrada pela primeira vez em Portugal. Realizadas em ferro, meio de eleição do artista, estas duas obras assumem um carácter de desenho no espaço do Atelier-Museu.
Deste modo, esta exposição é pensada, desde a sua génese, como uma intervenção específica no espaço do Atelier-Museu, onde Júlio Pomar e Rui Chafes desenham recorrendo às qualidades dos traços negros, esboçados ora em linhas de carvão e grafite ora em linhas de ferro tridimensionais.

No decurso da exposição publicar-se-á um catálogo [com edição do Atelier-Museu Júlio Pomar/ Documenta] com textos de João Barrento e Maria João Mayer Branco, e imagens das obras instaladas no espaço.


Sem Capricho ou Presunção: o Fado por Júlio Pomar & Novas Doações

Locais:
Atelier-Museu Júlio Pomar e Museu do Fado

Curadoria:
Sara Antónia Matos / Sara Pereira

28.03.2015 – 20.09.2015

A exposição Sem Capricho ou Presunção: o Fado por Júlio Pomar & Novas Doações celebra a obra plástica e poética que Júlio Pomar tem consagrado ao universo do fado e da guitarra portuguesa, a personagens da escrita e da literatura, no ano em que o Atelier-Museu Júlio Pomar passa a integrar a esfera de equipamentos museológicos sob gestão da EGEAC.

A exposição, patente em simultâneo nos dois museus, com abertura no dia 28 de Março, no Museu do Fado, e no dia 29 de Março, no Atelier-Museu, com curadoria respectiva das suas directoras, reúne cerca de 50 obras em pintura, desenho e assemblage, e é o pretexto para revelar ao público as recentes doações do pintor ao acervo depositado no Atelier- Museu Júlio Pomar, que celebra o seu 2º aniversário de abertura ao público, em Abril de 2015.

2014

Júlio Pomar: Obras da Coleção Millennium bcp

Local:
Galeria Millennium, Lisboa

Curadoria:
Sara Antónia Matos

04.10.2014 – 06.01.2015

O núcleo de obras de Júlio Pomar, pertencentes à colecção do Millennium bcp, reúne algumas das fases pictóricas mais pujantes e arrebatadoras deste artista, não só pela qualidade de cada exemplar, como pelos períodos a que se referem. Sendo a galeria Millennium bcp constituída por três pisos, optou-se por mostrar diferentes temáticas das quais se destacam: os mitos e as figuras alegóricas; a articulação entre os corpos e seu erotismo; o movimento e a presença constante de animais, em particular, cavalos. A exposição é uma oportunidade única para conhecer a obra deste artista e, através das suas pinturas, encontrar descobertas plásticas e viajar entre os meandros da história de arte.


Edição e Utopia: Obra gráfica de Júlio Pomar

Artistas:
Júlio Pomar

Curadoria:
Sara Antónia Matos

24.10.2014 – 08.03.2015

O que leva um artista a fazer edições e tiragens de múltiplos de uma mesma imagem? A exposição “Edição e Utopia - Obra gráfica de Júlio Pomar” procura levantar um conjunto de questões relacionadas com as práticas da gravura, da serigrafia e, lato senso, das formas de reprodução de imagens. O que motiva, em diferentes momentos, o recurso a técnicas que permitem uma multiplicação de imagens? Com que fim?

As práticas da gravação, as edições mais ou menos especiais, as tiragens mais ou menos limitadas, transportam uma espécie de contradição: a difusão e circulação alargada da imagem da obra de arte, cuja natureza singular e irrepetível a torna restrita a um universo especializado – paradoxo que em si mesmo releva uma utopia.


Tratado dos olhos

Artistas:
Júlio Pomar

Curadoria:
Paulo Pires do Vale

28.02.2014 – 28.09.2014

A exposição "Tratado dos olhos" é um (auto)retrato do artista enquanto vidente: uma apresentação do seu modo próprio de olhar. Mas como dar a ver o olhar? Para revelar os olhos do pintor, fazemos um desvio da sua prática artística bem conhecida, e tornamos acessível, colocando no centro da exposição, uma parte fundamental da obra de Júlio Pomar, desconhecida de muitos: os escritos sobre arte que tem vindo a publicar desde os anos 40. A parte escrita: uma reflexão profunda e continuada sobre o ofício de pintor e o trabalho no atelier, uma análise crítica da obra de outros artistas e da sua própria obra, uma procura exigente de maior compreensão, pela palavra, da relação entre a arte e a vida.

A partir da centralidade dos textos, interrogamos o modo como o olhar do pintor, o seu ponto-de-vista pessoal, se formou e quais as suas influências: as conversas com outros (um auto-retrato no café), as leituras (uma parte da biblioteca), a atenção ao mundo em que vive, o olhar para as obras de outros pintores –Uccelo, Chardin, Delacroix, Ingres, Courbet, Goya, Malevich, Bacon...

2013

Caveiras, casas, pedras e uma figueira

Artistas:
Álvaro Siza Vieira / Júlio Pomar / Fernando Lanhas / Luís Noronha da Costa

Curadoria:
Delfim Sardo

01.11.2013 – 16.02.2014

O Atelier-Museu Júlio Pomar foi inaugurado no dia 5 de Abril de 2013. Cedo se constatou que os públicos que a ele têm acorrido são, em grande parte, oriundos quer do universo ligado às artes plásticas quer ligado à arquitectura. A este equipamento cultural assomaram escolas, amantes e profissionais da arquitectura, não apenas com o propósito de conhecer a obra do pintor mas também o edifício que a acolhe. O Atelier-Museu recebeu visitas específicas para estudar o espaço, analisar questões estruturais, a traça exterior da fachada e o pátio na retaguarda, examinar o sistema de fecho das janelas e outros pormenores técnicos que provavelmente escapam a leigos na matéria.

A atenção que o complexo arquitectónico desperta não é inusitada dado que a reconversão do edifício preexistente num espaço museológico é da autoria de Álvaro Siza Vieira, referência incontornável na matéria, o que constitui motivo de interesse para muitos especialistas.


Em torno do Acervo

Artistas:
Júlio Pomar

Curadoria:
Sara Antónia Matos

05.04.2013 – 29.09.2013

A exposição de abertura do Atelier-Museu revela parte do acervo que a Fundação Júlio Pomar deposita neste museu municipal e procura sinalizar alguns dos períodos mais relevantes da obra do artista. Além de obras pertencentes ao depósito, a exposição inaugural engloba outras emprestadas por instituições de relevo e colecções onde o artista está representado, que se consideram fundamentais no percurso do autor.

Considerando cada pintura como parte integrante do conjunto que forma a obra no seu todo, o critério expositivo adoptado para a primeira mostra do acervo não segue a ordem cronológica de montagem das obras no espaço. A exposição configura-se em quatro núcleos principais que permitem revisitar o percurso do artista em diferentes fases de produção, desafiando o espectador a descobrir as relações entre as obras, entre as diferentes linguagens adoptadas e a reflectir sobre as questões que nelas se colocam.