TERÇA A DOMINGO
10H // 13H — 14H // 18H
ENCERRA SEGUNDA
ENTRADA GERAL: 2€
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© AMJP . 2016  /  ficha técnica

Muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero

Textos: António Guerreiro / Joaquim Oliveira Caetano / Maria de Fátima Lambert / Marta Rema / Sara Antónia Matos
Edição: Documenta / Atelier-Museu Júlio Pomar
Lisboa: 2019

A exposição coletiva “muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero” — proposta curatorial de Marta Rema, que venceu a terceira edição do Prémio de Curadoria Atelier Museu Júlio Pomar / EGEAC 2018-19, reúne trabalhos que abordam o desejo de pensar o silêncio nas suas múltiplas dimensões — corporal, artística, visual, temporal, política, real e imaginária. O projeto, resultado do prémio de curadoria atribuído por esta instituição, tendo tido como júri João Fernandes, Luiza Teixeira de Freitas e Sara Antónia Matos, conta com a presença dos seguintes artistas: Ana Pérez-Quiroga, Ana Pissarra, Cecília Costa, Fernando Calhau, Helena Almeida, João Pedro Vale & Nuno Alexandre Ferreira, João Maria de Gusmão e Pedro Paiva, Jorge Molder, Josefa d'Óbidos, Luisa Cunha, Paulo Lisboa, Pedro Vaz, Raul Domingues, Ricardo Jacinto, Rui Chafes, Sandro Resende, Sara & André e do próprio Júlio Pomar, de quem são mostrados os desenhos da prisão realizados no Forte de Caxias, onde o artista esteve detido de 27 de abril a 26 de agosto de 1947.

Através de diferentes propostas contemporâneas, este projeto curatorial procura refletir sobre a forma e o lugar do silêncio no mundo, tendo em conta que aparentemente este se tem tornado cada vez mais ruidoso. O título da exposição toma de empréstimo uma frase de Júlio Pomar, retirada de um capítulo do seu livro Da Cegueira dos Pintores, intitulado “Pisar o mesmo caminho”.

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